9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2758 Resumo encontrados. Mostrando de 1621 a 1630


PIa0036 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Composição química dos biocerâmicos PBS CIMMO® HD, MTA Angelus® branco e Bio-C Repair® por MEV/EDS
Fabiana Câmara Titoneli, Marcela Corrêa Dos Santos, Daniela Landim Messias, Samuel Mageste Almeida, Mariane Floriano Lopes Santos Lacerda, André Luis Martins Leal, Warley Oliveira Silva, Anamaria Pessoa Pereira Leite
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo analisar a composição química dos cimentos PBS CIMMO® HD, MTA Angelus® branco e Bio-C Repair®, por meio de microscopia eletrônica de varredura (MEV) acoplada à espectrometria de energia dispersiva (EDS). Foram confeccionados cinco corpos de prova de cada material, com 4 mm de diâmetro e 1 mm de altura, fixados em stubs com fita condutora de carbono e submetidos à metalização. As amostras foram analisadas em MEV/EDS, e os dados obtidos foram submetidos ao teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov. Para variáveis com distribuição normal, aplicou-se a análise de variância (ANOVA), enquanto, para aquelas com distribuição não normal, utilizou-se o teste de Kruskal-Wallis (p<0,05). Foram identificados 12 elementos químicos nas amostras analisadas: alumínio (Al), bário (Ba), carbono (C), cálcio (Ca), enxofre (S), ferro (Fe), magnésio (Mg), sódio (Na), oxigênio (O), silício (Si), tungstênio (W) e zircônio (Zr). O PBS CIMMO® HD apresentou O, C, Ca, Si, Al, Mg, S, Fe e Ba; o MTA Angelus® branco apresentou O, C, Ca, Si, Al e W; e o Bio-C Repair® apresentou O, C, Ca, Si, Al, Na e Zr. Cinco elementos (O, C, Ca, Si e Al) foram comuns a todos os materiais, sendo O, C e Ca os de maior concentração.

Conclui-se que os materiais avaliados apresentam diferenças composicionais relevantes, influenciando suas propriedades físico-químicas e biológicas, bem como sua indicação clínica no contexto da endodontia.

PIa0037 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Avaliação in vitro da aplicação única por sessão de géis clareadores de dois frascos
Murilo Belo Teixeira, Leticia Caroline Condolo, Laryssa Mylenna Madruga Barbosa, Thalita de Paris Matos, Andrea Dos Santos de Castro, Eric Mayer dos Santos, Alessandro D. Loguercio, Michael Willian Favoreto
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a difusão de peróxido de hidrogênio (PH) na câmara pulpar, a eficácia clareadora, as propriedades físico-químicas e os efeitos sobre a superfície do esmalte de géis clareadores de dois frascos aplicados em sessões únicas de 30 min. Sessenta pré-molares e trinta molares humanos hígidos foram distribuídos aleatoriamente em seis grupos, de acordo com o gel utilizado: DSP White Clinic 35% (WC), Pola Office (PO), Potenza Bianco Pro 35% (PB), Total Blanc One Step Drop 35% (TD), Whiteness HP (WH) e Whiteness HP Maxx (WM). Todos os géis foram aplicados em três sessões de 30 min, com intervalo de sete dias. A difusão de PH foi determinada por espectrofotometria UV-Vis, a eficácia clareadora por espectrofotometria digital, o pH e a concentração de PH por pHmetro e titulação, respectivamente. A superfície do esmalte foi analisada por microscopia eletrônica de varredura, além de microdureza (VHN) e rugosidade (Ra). Os dados foram submetidos à ANOVA de dois fatores e ao teste de Tukey (α=0,05). O grupo PO apresentou a maior difusão de PH, enquanto o TD apresentou a menor (p<0,01). Todos os géis promoveram clareamento progressivo ao longo das sessões, sem diferenças entre os grupos (p>0,05). A maioria apresentou pH inicial ácido, enquanto o TD manteve pH neutro; após 30 min, todos mostraram instabilidade de pH. A concentração de PH diminuiu ao final da aplicação, mas permaneceu acima de 30%. Todos os grupos apresentaram alterações na superfície do esmalte, redução da VHN e aumento da Ra (p<0,001).

Uma única aplicação de 30 min por sessão foi suficiente para promover eficácia clareadora e alterações morfológicas. No entanto, apenas o TD apresentou menor difusão de PH na câmara pulpar, possivelmente em razão de seu pH inicial neutro.

PIa0038 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Avaliação ex vivo do LED violeta contínuo e pulsado na temperatura dental durante o clareamento em consultório
Karina Guimarães de Souza, Christian Ferreira Bernardi, Sophia Alcantara Ishikawa, Enzo Llobregat Ducatti, Thais Gimenez, Karen Muller Ramalho
SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA ALBERT EINSTEIN
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo teve como objetivo analisar a variação de temperatura intrapulpar e da superfície do esmalte promovida por diferentes equipamentos LED violeta (405 nm) em protocolos contínuo e pulsado durante o clareamento dental. Três incisivos inferiores humanos foram preparados e submetidos à aplicação de peróxido de hidrogênio a 35%, sendo testados três dispositivos com diferentes configurações com potência/emissor LED: Equipamento #1 (300mW), equipamento #2 (375mw) e Equipamento# 3 (250 mW). Foram utilizados dois protocolos: contínuo por 30 minutos e pulsado (1 minuto ligado/30 segundos desligado). A temperatura foi registada em tempo real, a cada 5 minutos, por termopares posicionados na câmara pulpar e superfície dental. Os dados foram analisados por ANOVA de dois fatores ou testes não paramétricos (α=5%). O aumento de temperatura variou conforme o dispositivo e protocolo, sendo maior no equipamento #2 (p<0,001). Nenhum grupo ultrapassou o limite crítico de temperatura de 5,5°C. As temperaturas intrapulpares variaram de 2,34°C a 4,42°C no protocolo contínuo e de 2,68°C a 3,41°C no pulsado.

Conclui-se que todos os dispositivos e protocolos promoveram aumentos de temperatura dentro de limites seguros, sendo a variação temperatura dependente da potencia do dispositivo.

PIa0039 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Longevidade de um protocolo prolongado de clareamento caseiro: um estudo clínico prospectivo
Gustavo Princival Perlott, Thalita de Paris Matos, Isabela Souza Vardasca, Mylena de Araújo Régis, Carlos Francci, Alessandro D. Loguercio, Alessandra Reis, Michael Willian Favoreto
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar a estabilidade da cor após 1 ano de um protocolo prolongado de clareamento caseiro com peróxido de carbamida a 10%, bem como seus efeitos sobre autopercepção estética e qualidade de vida. Este estudo clínico prospectivo de braço único incluiu 40 adultos com caninos de cor A2 ou mais escura, submetidos a 56 dias de clareamento caseiro com peróxido de carbamida a 10%. A cor foi mensurada por métodos objetivos e subjetivos no início do estudo, ao término do tratamento, após 1 mês e após 1 ano. A autopercepção estética e qualidade de vida relacionada à saúde bucal (OHIP-14) foram avaliadas longitudinalmente. Os dados foram analisados com testes para medidas repetidas, com nível de significância de 5%. O protocolo promoveu clareamento significativo ao final do tratamento. Após 1 ano, observou-se manutenção parcial do ganho cromático (p<0,05), embora não tenha ocorrido regressão significativa em relação ao pós-tratamento imediato. Apesar disso, os resultados permaneceram superiores aos valores basais (p>0,05). Os desfechos centrados no paciente demonstraram melhora significativa da autopercepção estética e da qualidade de vida (p<0,05), com manutenção parcial desses benefícios ao longo de 1 ano (p<0,05).

O clareamento caseiro prolongado com peróxido de carbamida a 10% apresentou moderada estabilidade de cor após 1 ano, sem comprometimento da tolerabilidade clínica. Além da eficácia clareadora, o tratamento proporcionou benefícios relevantes do ponto de vista dos participantes.

PIa0040 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Efeitos dos agentes clareadores caseiros nas resinas unicromáticas: análise das alterações físicas e mecânicas
Lorena Ribeiro, Marcos Roberto de Lima Benati, Renata Siqueira Scatolin, Laura Nobre Ferraz
CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo avaliou, in vitro, o efeito de agentes clareadores de uso caseiro sobre as propriedades físico-mecânicas de uma resina composta unicromática, em comparação a uma resina composta convencional. Foram confeccionadas 60 amostras de resina composta, distribuídas em dois grupos: resina composta convencional (Vitra APS - FGM) e resina composta unicromática (Vitra APS Unique - FGM). Cada grupo foi subdividido em três subgrupos (n=10), de acordo com o agente clareador utilizado: gel de peróxido de carbamida a 22%, gel de peróxido de hidrogênio a 7,5% e gel placebo (controle). As amostras foram avaliadas antes e após 15 dias de tratamento clareador. As variáveis de resposta foram: microdureza de superfície (KHN), rugosidade de superfície (Ra) e alteração de cor (∆E00). Os dados obtidos foram submetidos a análise estatística apropriada, considerando o nível de significância de 5%. Houve diferença significativa na variação de cor entre a resina unicromática e a convencional quando utilizado o gel de peróxido de carbamida a 22% (p≤0,05), sendo maior para a resina unicromática. Para a rugosidade superficial, observou-se aumento significativo no tempo final em relação ao inicial, independentemente do tratamento (p≤0,05); contudo, a resina unicromática apresentou valores inferiores aos da resina convencional em todas as condições. A microdureza mostrou-se significativamente menor na resina unicromática em comparação à convencional em ambos os tempos avaliados (p≤0,05).

Conclui-se que os agentes clareadores afetaram as propriedades das resinas compostas, sendo os compósitos unicromáticos mais suscetíveis às alterações de cor e microdureza, apesar de apresentarem menor rugosidade superficial.

(Apoio: PIC  N° 200/2025)
PIa0041 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Avaliação da radiopacidade dos cimentos CIMMO® DTA, CIMMO® HP, CIMMO® HD e Bio-C® Repair Angelus® através de radiografia digital
Stella Teixeira de Medeiros, Warley Oliveira Silva, Keslley Lauren Urbano, Karina Lopes Devito, Mariane Floriano Lopes Santos Lacerda, Anamaria Pessoa Pereira Leite

Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A radiopacidade dos cimentos endodônticos é essencial para a adequada avaliação radiográfica e o acompanhamento clínico. Este estudo teve como objetivo avaliar a radiopacidade dos cimentos biocerâmicos CIMMO® DTA, CIMMO® HP, CIMMO® HD e BIO-C® Repair Angelus®, por meio da mensuração dos valores de cinza em radiografias digitais, considerando a escassez de evidências independentes sobre esses materiais nacionais. Foram confeccionados cinco corpos de prova por material (4 mm de diâmetro e 2 mm de espessura), moldados em matrizes de elastômero. Como referência, utilizaram-se uma secção mésio-distal de 2 mm de molar humano hígido e escala de alumínio com 12 degraus. As amostras foram posicionadas sobre placas de fósforo fotoestimuláveis e radiografadas em aparelho de raios X (70 kVp, 7 mA e 0,032 s). As imagens em formato TIFF foram analisadas no software ImageJ para obtenção dos valores médios de cinza. Para análise estatística, aplicaram-se os testes de Shapiro-Wilk e ANOVA, seguidos pelo post-hoc de Tukey (p≤0,05). Verificou-se diferença estatisticamente significativa entre os materiais (p<0,001), com maior radiopacidade para o CIMMO® DTA, seguido por CIMMO® HP e BIO-C® Repair, que não diferiram entre si, enquanto o CIMMO® HD apresentou os menores valores. Todos os cimentos exibiram radiopacidade superior à dentina, sendo que apenas o CIMMO® HD apresentou valores inferiores ao esmalte.

Conclui-se que, embora todos os materiais atendam aos requisitos normativos mínimos, apresentam comportamentos radiográficos distintos, possivelmente associados a variações composicionais e microestruturais, ressaltando a relevância de avaliações independentes para validação do desempenho e suporte à tomada de decisão clínica odontológica.

PIa0042 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Propriedades cromáticas, translucidez e fluorescência de resinas compostas de cor única e suas versões convencionais
Thalita de Carvalho Santos, Carolina Meneghin Barbosa, Marina de Moraes Nobre, Thaís Bulzoni Branco, Débora Alves Nunes Leite Lima, Waldemir Francisco Vieira Junior
Odontologia Restauradora, Dentística FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Resinas compostas de cor única foram caracterizadas quanto às propriedades ópticas e estabilidade cromática, em comparação às suas versões convencionais. Foram confeccionadas 72 amostras (Ø6 mm × 2 mm) oriundas das resinas compostas (n = 12): convencionais nano-híbridas (Vittra, FGM e Forma, Ultradent) e nanoparticulada (Palfique LX5, Tokuyama) e suas versões de cor única nano-híbridas (Vittra Unique, FGM e Transcend, Ultradent) e nanoparticulada (Omnichroma, Tokuyama). As propriedades foram avaliadas, no tempo inicial e após 6 meses de armazenamento em água destilada, através de espectrofotometria digital (VITA Easyshade V, VITA) quanto às coordenadas CIEL*a*b*, alteração geral de cor (ΔEab e ΔE00), translucidez (TPab e TP00), escala Vita (SGU) e índice de brancura (WID). A fluorescência (Fb) foi determinada por fotografias e mensurada em software específico (Adobe Photoshop, Adobe Systems). Os dados foram avaliados por modelos lineares generalizados (L*, b*, TPab, TP00, WID e Fb), ou testes de Kruskal-Wallis e Dunn (a*, SGU, ΔWID, ΔEab e ΔE00). As resinas compostas de cor única apresentam maiores valores de L*, menores de a* e b* em comparação as suas versões convencionais (ρ <0,05). TP00, WID e Fb foram maiores nas resinas compostas de cor única (ρ <0,05). Maiores valores de ΔEab e ΔE00 foram observados para Vittra Unique (ρ <0,05). Para ΔE00, a Omnichroma apresentou valores superiores, além de alteração de SGU após armazenamento (ρ <0,05).

Resinas compostas de cor única apresentaram propriedades ópticas distintas em relação às suas contrapartes convencionais. Omnichroma e Vittra Unique apresentaram menor estabilidade cromática.

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2024/15655-7)
PIa0043 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Influência de enxaguatórios bucais comerciais com diferentes formulações sobre o esmalte dental durante o clareamento caseiro
Júlia Meneghin Barbosa, Thalita Novello Coelho, Ana Júlia Gil, Marcos Roberto de Lima Benati, Carolina Meneghin Barbosa, Waldemir Francisco Vieira Junior, Renata Siqueira Scatolin, Laura Nobre Ferraz
Dentística CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar in vitro as propriedades do esmalte dental submetido ao uso de enxaguatórios bucais com diferentes princípios ativos durante o clareamento caseiro com peróxido de carbamida a 10%. Discos de esmalte/dentina bovinos foram distribuídos aleatoriamente em quatro grupos (n=12): água destilada (controle), Listerine Cool Mint Zero Álcool, Listerine Cool Mint e Listerine Whitening Extreme. O clareamento foi realizado por 4 horas diárias durante 14 dias, com aplicação dos enxaguatórios duas vezes ao dia. A análise de cor foi realizada pelo sistema Commission Internationale de l'Éclairage Lab* (CIELAB), obtendo-se ∆L*, ∆a*, ∆b*, ∆Eab e ∆E00. A rugosidade superficial e a microdureza superficial foram avaliadas nos tempos inicial e final, e a morfologia foi analisada por microscopia eletrônica de varredura. Os dados foram analisados por modelos lineares mistos, modelos lineares generalizados mistos e teste de Kruskal-Wallis (α=5%). Não houve diferença entre os grupos para alteração de cor e rugosidade superficial (p>0,05). Todos os grupos apresentaram redução significativa da microdureza ao longo do tempo (p<0,05), com maior redução nos grupos contendo óleos essenciais, com ou sem álcool (p<0,05). A análise morfológica evidenciou alterações semelhantes em todos os grupos.

Os enxaguatórios bucais não interferiram na alteração de cor durante o clareamento, mas influenciaram a microdureza e a morfologia do esmalte.

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2022/11153-1)
PIa0044 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

A adição de quitosana a um dessensibilizante comercial aplicado previamente ao clareamento caseiro reduz os efeitos adversos no esmalte?
Alisson Ferreira Pessoa, Marcos Roberto de Lima Benati, Renata Siqueira Scatolin, Carolina Meneghin Barbosa, Laura Nobre Ferraz
CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro avaliou o efeito da adição de 2% de quitosana (QUI) a um agente dessensibilizante comercial (D), contendo 2% de fluoreto de sódio e 5% de nitrato de potássio, aplicado previamente ao clareamento caseiro com 16% de peróxido de carbamida (PC16%) ou 6% de peróxido de hidrogênio (PH6%), sobre as propriedades físicas do esmalte dental. Espécimes de esmalte/dentina bovinos, previamente pigmentados com chá preto, foram aleatorizados em seis grupos (n = 12): PC16%, D+PC16%, D+QUI+PC16%, PH6%, D+PH6% e D+QUI+PH6%. Os agentes dessensibilizantes foram aplicados por 10 minutos antes de cada sessão de clareamento, durante 14 dias. Foram avaliadas a alteração de cor (ΔE00), o índice de brancura (ΔWID), a rugosidade superficial (ΔRa) e a microdureza (KHN), nos tempos inicial e após a conclusão do tratamento clareador, além da análise da morfologia superficial (MEV). Os dados foram analisados por ANOVA de dois fatores, seguida do teste de Tukey (α = 0,05). Os resultados de cor mostraram que ΔE00 e ΔWID não foram significativamente afetados pelos diferentes tratamentos (p > 0,05). Os grupos contendo quitosana apresentaram menor rugosidade superficial, enquanto aqueles sem quitosana apresentaram aumento significativo (p < 0,05). A análise por MEV corroborou os resultados de rugosidade superficial. A quitosana promoveu aumento significativo da microdureza do esmalte após o clareamento (p < 0,05), enquanto os grupos sem quitosana apresentaram redução ou manutenção dos valores ao comparar os tempos inicial e final.

A adição de 2% de quitosana a um agente dessensibilizante comercial resultou em aumento significativo da microdureza do esmalte, contribuindo para a redução dos efeitos adversos associados ao clareamento caseiro.

(Apoio: PIBIC   N° 137833/2024-5)
PIa0045 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Avaliação do parâmetro de translucidez de diferentes resinas compostas comerciais após hidratação
Willian Ryuji Osato, Samara Franco da Silva, Luiz Henrique Raduan, Carlos Francci
Biomateriais e Biologia Oral UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se o parâmetro de translucidez de diferentes resinas compostas comerciais considerando-se o tempo de hidratação em água destilada, a marca comercial e a saturação de cada compósito. Para isso, foram confeccionadas 50 amostras (n=05) de resinas compostas: Z350XT (Solventum); IPS Empress Direct (Ivoclar); Elóra (FGM); Harmonize (Kerr) e Luna 2 (SDI), de saturações A1 e A2. Cada corpo de prova possuía 12mm de diâmetro x 3mm de espessura, sendo 1mm de resina em opacidade de esmalte e 2mm de dentina. Após a confecção dos espécimes, todos foram armazenados em estufa a 37°C submersos em água destilada, para analisar a variação do parâmetro de translucidez (TP00), a partir da fórmula do CIEDE2000 em T0, T24h, T48h, T7dias e T14dias após a confecção. Para essa mensuração, foi utilizado o espectrofotômetro CM-3700d (Konica Minolta, Japão) em fundos branco e preto de cada amostra nos 5 momentos mencionados. A análise estatística foi conduzida com teste three-way ANOVA de medidas repetidas, sendo o "tempo de hidratação" o fator de repetição enquanto a "marca" e a "saturação" os fatores fixos, e post hoc de Tukey (a=0.05) Houve interação significativa entre os três fatores avaliados (p=0.005), na variação do TP00 sendo que isoladamente, somente o fator "marca da resina composta" foi significante (p<0.001), sendo que as maiores médias de TP00 foram encontradas na resina Harmonize e as menores na resina Z350XT. Os fatores "tempo de hidratação" (p=0.066) e "saturação" (p=0.111) não demonstraram significância estatística.

Portanto, o tempo de hidratação, e a saturação não demonstraram influência significativa na translucidez dos compósitos resinosos. Já a marca da resina composta influenciou significantemente a translucidez desses materiais.

(Apoio: Fundecto  N° 2025-3367  |  FAPs - FAPESP  N° 2025/00628-7)



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