9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2758 Resumo encontrados. Mostrando de 1611 a 1620


PIa0026 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Desempenho clínico de resinas monocromática e policromática em lesão cervical não cariosa: ensaio randomizado de 36 meses
Ana Beatriz Bertan Clementino, Amanda de Oliveira de Miranda, Mylena de Abreu Cardoso, Yasmine Mendes Pupo, Michelle Nascimento Meger, Alessandro D. Loguercio, Michael Willian Favoreto, Thalita de Paris Matos
Odontologia UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este ensaio clínico randomizado, controlado, duplo-cego, de equivalência e de boca dividida avaliou o desempenho clínico de resinas compostas monocromática e policromática em lesões cervicais não cariosas após 36 meses. Sessenta pacientes receberam 120 restaurações (n=60 por grupo) com resinas da mesma marca comercial: Vittra Unique (monocromática) e Vittra APS (policromática). O desempenho clínico foi avaliado longitudinalmente pelos critérios FDI (Federação Dentária Internacional), considerando propriedades biológicas, funcionais e estéticas. A análise de sobrevida foi realizada por curvas de Kaplan-Meier e teste log-rank, e os demais parâmetros clínicos foram comparados pelo teste qui-quadrado (α=0,05). No baseline, não foram observadas diferenças entre os grupos para os parâmetros avaliados. Após 36 meses, ambos os materiais apresentaram desempenho clinicamente aceitável, sem diferenças significativas entre eles (p>0,05). As taxas de sobrevida foram semelhantes entre os grupos ao longo do período avaliado.

Conclui-se que as resinas monocromática e policromática apresentaram desempenho clínico equivalente na restauração de lesões cervicais não cariosas após 36 meses.

PIa0027 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Potencial antioxidante e estabilidade química de um cimento hidráulico funcionalizado com nanopartículas de resveratrol
Larissa Fernanda Pereira, Silvia Spriano, Antonio Secco Martorano, Larissa Moreira Spinola de Castro-raucci, Marlus Chorilli, Jonatas Lobato Duarte, Walter Raucci-Neto
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou o efeito da incorporação de nanoemulsão de resveratrol sobre a estabilidade química e o potencial antioxidante de um cimento hidráulico à base de silicato de cálcio. Corpos de prova de MTA foram preparados com diferentes proporções de nanoemulsão (0%, 25%, 50%, 75% e 100%) de resveratrol (0,5/% m/m) e imersos em solução tampão fosfato por 7 e 30 dias. Foram analisados pH, condutividade elétrica, salinidade e sólidos totais dissolvidos (TDS), como parâmetros do comportamento iônico. A capacidade antioxidante e o conteúdo fenólico total foram determinados pelo método de Folin-Ciocalteu. Aos 7 dias, as maiores concentrações de nanoemulsão promoveram aumento significativo do pH e da condutividade elétrica (p < 0,05), indicando maior atividade iônica. Para TDS, o grupo 100% apresentou valores superiores (p < 0,05), enquanto a salinidade não diferiu entre os grupos (p > 0,05). Após 30 dias, observou-se tendência de redução da condutividade, salinidade e TDS nas maiores concentrações, sem diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p > 0,05), sugerindo possível formação de fases mineralizadas. A capacidade antioxidante e o conteúdo fenólico aumentaram significativamente nos grupos com nanoemulsão em comparação ao grupo controle (0%) (p < 0,05), que não apresentou atividade antioxidante, com maiores valores observados na concentração de 75%.

Conclui-se que a incorporação de nanoemulsão de resveratrol modula o comportamento iônico do MTA ao longo do tempo e potencializa sua atividade antioxidante, podendo contribuir para o desenvolvimento de biomateriais mais bioativos para terapias pulpares.

PIa0028 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Influência da termociclagem, imersão em café e peróxido de hidrogênio na estabilidade de cor e rugosidade de resina monocromática
Bruna da Costa Flores, Felipe Guilherme Keppel, Henrique Souza Dos Santos, Roberto César do Amaral, Maria Eduarda Broering da Silva, Juliana Silva Ribeiro de Andrade, Sheila Cristina Stolf, Mauricio Malheiros Badaró
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Resinas compostas monocromáticas simplificam a seleção de cor; no entanto, sua estabilidade pode ser influenciada por agentes pigmentantes e condições de envelhecimento. Este estudo avaliou a estabilidade de cor e a rugosidade superficial de uma resina composta monocromática após termociclagem, imersão em café e exposição a enxaguatório bucal com peróxido de hidrogênio. Espécimes circulares (3×10 mm) de resina monocromática (Vittra Unique, FGM) foram submetidos aos protocolos experimentais, incluindo simulação de bochecho com enxaguatório contendo 2,5% de peróxido de hidrogênio (n=10). A cor foi mensurada pelo sistema CIELab (ΔE) e classificada segundo o National Bureau of Standards (NBS), nos tempos pós-polimerização, pós-polimento (1 semana) e após os protocolos (simulação de 1 ano). A rugosidade superficial (Ra, µm) foi avaliada por perfilometria. Os dados foram analisados por ANOVA, Kruskal-Wallis, Friedman, Wilcoxon e Mann-Whitney (α=0,05). O tempo exerceu efeito significativo sobre a estabilidade de cor (p<0,05), sendo observada redução da variação cromática após o polimento. Após 1 ano, apenas o grupo submetido ao café apresentou maior alteração de cor (p<0,001). O enxaguatório com peróxido de hidrogênio não promoveu alterações, mantendo valores semelhantes aos iniciais (p>0,05), e a termociclagem não influenciou os resultados (p>0,05). Não foram observadas diferenças significativas na rugosidade entre os grupos ou tempos experimentais (p>0,05).

A resina monocromática apresentou elevada estabilidade de cor e rugosidade após envelhecimento e higienização com enxaguatório clareador. O café foi o principal agente pigmentante, sem reversão significativa pelo peróxido de hidrogênio.

PIa0029 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Efeito de solução liberadora de cloro sobre as propriedades física e mecânica do esmalte dental - estudo in vitro
Paula Yhorrana Viana Telles, Viviane de Cássia Oliveira, Fernanda de Carvalho Panzeri
Materiais dentários e prótese UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a atividade antibiofilme de solução liberadora de cloro (SLC) e seus efeitos in vitro na estabilidade de cor, rugosidade superficial e microdureza do esmalte. Um biofilme misto composto por Staphylococcus aureus, Candida albicans e Streptococcus mutans foi formado sobre espécimes de esmalte bovino (6×6 ×2mm). Após 48 h de maturação, os espécimes foram imersos por 5 min em SLC (Granudacyn, Mölnlycke Health Care), clorexidina 0,12% (CHX, controle positivo) ou solução salina tamponada com fosfato (PBS, controle negativo). A atividade antibiofilme foi determinada pela contagem de unidades formadoras de colônia (UFC/mL). Para a avaliação das propriedades do esmalte, novos espécimes foram tratados uma vez ao dia por 30 s, utilizando protocolos de imersão ou spray. As alterações de cor (ΔE₀₀), rugosidade (ΔRa) e microdureza (ΔKHN) foram avaliadas nos períodos de 1, 7, 15 e 30 dias. A SLC reduziu a contagem microbiana em comparação ao PBS e apresentou atividade semelhante à CHX. A Ra manteve-se estável entre os tratamentos, exceto para CHX/spray aos 30 dias (p < 0,05). A imersão em SLC resultou em valores de KHN inferiores aos do PBS, mas não diferiu da CHX. Aos 30 dias, a CHX/spray promoveu a maior redução de microdureza (p < 0,05). Não foram observadas diferenças significativas na cor entre os tratamentos.

A solução liberadora de cloro demonstrou atividade antimicrobiana comparável à CHX, sem promover maiores alterações nas propriedades superficiais do esmalte nas condições testadas.

(Apoio: FAPESP  N° 2023/14376-4)
PIa0030 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Potencial da goma do cajueiro, isolada e fluoretada, na mitigação da erosão da dentina exposta a um modelo in vitro de refluxo gastresofágico
Sarah de Jesus Santos, Thaysa Fernandes Pinto Mendes, Mayron Guedes Silva, Marina Damasceno e Souza Chiari, Fabio Dupart Nascimento, Durcilene Alves da Silva, Lucas Antonio Duarte Nicolau, Leily Macedo Firoozmand
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A perda da estrutura dentária em decorrência da erosão dental tem se tornado mais frequente, estimulando o desenvolvimento de novas técnicas preventivas. O objetivo deste estudo in vitro foi o de avaliar o potencial da goma do cajueiro, isolada e sua associação com flúor, na mitigação da erosão da dentina submetida a um modelo de refluxo gastroesofágico, analisando as propriedades mecânicas e aspectos morfológicos da dentina. Blocos de dentina humana foram preparados, padronizados pela avaliação inicial (rugosidade (Ra), microdureza knoop (HK), Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV)) e divididos em (n=10): (C) - controle sem tratamento, GC (goma do cajueiro; 1:1 v/m); GCF (GC fluoretada; 5% NaF; 1:1 v/m); VDF (verniz fluoretado; 5% NaF). Nas amostras tratadas foi aplicada uma camada de ≈1mm do material previamente aos a ciclos erosivos (HCl + Pepsina; 6 x 5min/dia; 0,75 mg/mL; pH 2,0), perfazendo um total de 9 dias intercalados com saliva artificial (6 x 2h e pernoite). Posteriormente, reavaliou-se a Ra, HK, morfologia (MEV) e atividade colagenolítica (zimografia in situ) das superfícies dentinárias. Foi empregada a ANOVA de medidas repetidas e post hoc de Tukey (p < 0,05). Após o desafio erosivo, GC, GCF e VDF preservaram a HK e Ra da dentina superficial (p > 0,05), enquanto o grupo C (p < 0,001) apresentou diminuição de HK e aumento de Ra. O MEV demonstrou túbulos mais expostos em C e mais obliterados em GC, GCF e VDF, e menor atividade gelatinolítica em GC (65,4%) e GCF (80,8%), similar à dentina hígida, foi observada por zimografia.

Conclui-se que vernizes à base de goma do cajueiro podem preservar HK, Ra e a topografia da dentina, auxiliando na menor degradação enzimática sob desafio erosivo decorrente do refluxo gastroesofágico.

(Apoio: CAPES  N° 001  |  Banco da Amazônia   N° 2024/213/BASA/FSADU)
PIa0031 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Caracterização físico-química de quatro formulações de hidrogéis com β-AgVO3 para aplicação protética
Sofia Bignotto de Carvalho, Lívia Maiumi Uehara, Izabela Ferreira, João Marcos Carvalho Silva, Andréa Cândido Dos Reis
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se desenvolver um hidrogel à base de β-AgVO3 para higienização protética e avaliar suas propriedades físico-químicas. Concentrações de 0,0458; 0,0916; 0,229 mg/mL foram previamente determinadas e aplicadas a quatro diferentes formulações obtidas por homogeneização dos compostos e do nanomaterial, totalizando 16 grupos. Realizou-se centrifugação (n=2; 3.000 rpm/30 min), pH (n=3), espalhabilidade (n=10) e seringabilidade (n=10). Características organolépticas foram avaliadas após o preparo recente e avaliadas de forma qualitativa e visual descritiva. Na estabilidade acelerada, géis (n=3) passaram por seis ciclos de aquecimento (37,5 °C) e resfriamento (4 °C), 24 h cada. Para desempenho ao longo do tempo, (n=3) foram armazenados por 2 meses em temperatura e luz ambiente (30 e 60 dias). Utilizou-se SPSS 25.0, testes Shapiro-Wilk, Levene, Mauchly, ANOVA 3 fatores e Tukey (5%). Os géis apresentaram boa estabilidade, sem separação de fases após centrifugação. As formulações mantiveram padrão de pH ao longo do tempo, com grupos de géis com carbopol mais estáveis e sem perda da viscosidade aparente, além de pH mais alto. Aumento do nanomaterial e tempo de armazenamento reduziram o pH, embora o nanomaterial tenha demonstrado tendência de estabilização. Espalhabilidade aumentou com o tempo, sendo maior em grupos sem carbopol, e formulações sem β-AgVO3. Géis foram transparentes, inodoros, com variação de cor conforme formulação e presença de nanomaterial.

Conclui-se que grupos com carbopol obtiveram maior estabilidade e o β-AgVO3 reduziu pH e espalhabilidade, alterando principalmente a cor sem afetar formulações mais estáveis.

(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2023/18064-7)
PIa0032 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Efeito do dessensibilizante na eficácia clareadora e sensibilidade dentária em diferentes concentrações: ensaio clínico randomizado
Gabriel Mayer, Cleyson José Crovador, Amanda Priscilla Soistak, Luis Fernando Páez Reyes, Ana Paula Taras, Luigi Schislowiscz Zapp, Giovana Mongruel Gomes, Joao Carlos Gomes
Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Autodeclarado "Utilização de material de uma única empresa."

Este ensaio clínico randomizado, paralelo e duplo-cego teve como objetivo avaliar a eficácia clareadora (EC), o risco e a intensidade de sensibilidade dentária (SD) em pacientes submetidos ao clareamento dental caseiro com peróxido de carbamida (PC) a 10% e 22%, com e sem aplicação prévia de dessensibilizante 2%. Quarenta participantes foram aleatoriamente distribuídos em quatro grupos (n=10) de acordo com a concentração do PC e uso ou não de dessensibilizante: DPC10, PC10, DPC22 e PC22. A EC foi avaliada por espectrofotometria (ΔEab, ΔE00 e WID) e escalas Vita Classical e Bleachedguide (ΔSGU), considerando o tempo inicial, 7, 14, 21 e 30 dias após a conclusão. A SD foi registrada por meio da escala visual analógica (VAS 0-10), sendo calculados o risco absoluto (%) e a intensidade média. A análise estatística incluiu testes t pareados e independentes, Mann-Whitney e Shapiro-Wilk (α=0,05). Todos os grupos apresentaram aumento significativo da EC ao longo do tempo (p<0,05), sem diferenças entre os protocolos com e sem dessensibilizante, independentemente da concentração (p>0,05). O risco de SD foi maior nos grupos sem dessensibilizante (PC10: 40%; PC22: 60%) em comparação aos grupos com dessensibilizante (DPC10: 10%; DPC22: 20%), com baixa intensidade média em todos os grupos.

Conclui-se que o uso prévio de dessensibilizante não influenciou a eficácia clareadora, mas reduziu o risco de sensibilidade dentária, sem impacto relevante na sua intensidade.

(Apoio: CNPq)
PIa0033 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Microdureza de resinas compostas unicromáticas fotoativadas por unidades fotopolimerizadoras monowave e polywave
Livia Barretto Anhaia, Cleyson José Crovador, Jean Teruo Hamasaki, Pedro Lucas de Melo, Vinicius Borges Oliveira, Amanda Priscilla Soistak, Giovana Mongruel Gomes, Joao Carlos Gomes
Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi avaliar a influência de diferentes unidades fotopolimerizadoras (UFPs) na microdureza Vickers (HV) e na razão base/topo de resinas compostas unicromáticas com diferentes sistemas fotoiniciadores. Quatro UFPs LED (monowave: Elipar DeepCure-L, e polywave: Valo Grand, Bluephase G4 e Quazar) foram previamente caracterizadas por esfera integradora, quanto à irradiância, energia radiante e espectro de emissão. Foram confeccionados espécimes cilíndricos (n=5) das resinas Palfique Omnichroma, Charisma Diamond ONE e Vittra APS Unique, com 2 mm de espessura, fotoativados por 20 s. Após 24 h de armazenamento, a HV foi avaliada nas superfícies de topo e base, sendo calculada a razão base/topo (%). Os dados foram submetidos à ANOVA de medidas repetidas, ANOVA um fator e pós testes apropriados (α=0,05). De modo geral, observou-se redução da microdureza em profundidade, com maiores valores de HV no topo em relação à base. A influência da UFP foi material-dependente. Para a Charisma Diamond ONE, houve efeito significativo da UFP, com a Elipar DeepCure-L apresentando maior razão base/topo quando comparada às demais UFPs, indicando polimerização mais homogênea. Para a Palfique Omnichroma e a Vittra APS Unique, não houve influência significativa da UFP, demonstrando comportamento semelhante entre os equipamentos avaliados. Os achados indicam que, mesmo em incrementos de 2 mm, a uniformidade cromática não elimina as limitações da polimerização em profundidade.

Concluiu-se que, nas resinas unicromáticas, houve redução da microdureza em profundidade de acordo com a unidade fotopolimerizadora utilizada, indicando que a uniformidade cromática não elimina as limitações ópticas relacionadas à transmissão da luz.

(Apoio: CNPq)
PIa0034 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Desempenho clínico de resinas fluida e convencional em lesão cervical não cariosa: ensaio randomizado de 6 meses
Deusimar Mendes de Olivierda Júnior, Ana Beatriz Bertan Clementino, Gabriela Aparecida Winkert Manfron, Nayara Passos da Silva, Michelle Nascimento Meger, Bianca Marques de Mattos de Araujo, Michael Willian Favoreto, Thalita de Paris Matos
ODONTOLOGIA RESTAURADORA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este ensaio clínico randomizado, duplo-cego e de boca dividida avaliou o desempenho clínico de 6 meses de resinas compostas fluida e convencional em lesões cervicais não cariosas. Quarenta e dois pacientes receberam 84 restaurações (n=42 por grupo) com resina convencional (Vittra APS) ou fluida (Vittra APS Flow). O desempenho clínico foi avaliado no baseline e após 6 meses pelos critérios FDI (Federação Dentária Internacional), considerando propriedades funcionais, biológicas e estéticas. A percepção do operador foi analisada por questionário estruturado. Os dados foram analisados pelo teste de Wilcoxon (α=0,05). A taxa de retorno foi de 100% e ambos os grupos apresentaram 100% de retenção. Não houve diferença significativa entre os materiais para nenhum critério clínico (p>0,05), sendo a maioria das restaurações classificada como clinicamente muito boa. Houve diferença significativa na percepção do operador quanto à viscosidade, escoamento excessivo e aplicabilidade clínica (p<0,05), favorecendo a resina convencional.

Conclui-se que ambos os materiais apresentaram desempenho clínico semelhante em curto prazo, porém a resina convencional proporcionou melhor controle durante a aplicação.

PIa0035 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Desempenho clínico de resinas ormocer monocromática e policromática em lesão cervical não cariosa: ensaio de 36 meses
Leticia Rossa da Costa Lima, Amanda de Oliveira de Miranda, Mylena de Abreu Cardoso, Yasmine Mendes Pupo, Alessandra Reis, Alessandro D. Loguercio, Michael Willian Favoreto, Thalita de Paris Matos
Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este ensaio clínico randomizado, duplo-cego, de equivalência e de boca dividida avaliou o desempenho clínico de 36 meses de resinas compostas à base de ormocer monocromática e policromática em lesões cervicais não cariosas. Foram realizadas 120 restaurações (n=60 por grupo) com Admira Fusion X-tra (monocromática) e Admira Fusion (policromática), após isolamento absoluto e aplicação de adesivo universal em estratégia de condicionamento seletivo em esmalte. As restaurações foram inseridas incrementalmente e fotopolimerizadas. A avaliação clínica foi realizada pelos critérios FDI (Federação Dentária Internacional) longo do acompanhamento. A análise estatística seguiu o princípio de intenção de tratar, com curvas de Kaplan-Meier e teste log-rank para sobrevida, e testes de Mann-Whitney e Friedman (α=0,05). Após 36 meses, a taxa de retenção foi de 90,0% para a resina monocromática e 88,3% para a policromática, sem diferença significativa entre os grupos (p=0,75). A adaptação marginal apresentou discrepâncias mínimas em 20% das restaurações em ambos os grupos, e a pigmentação marginal foi observada em 3,7%, sem diferença entre os materiais (p>0,05). Não houve sensibilidade pós-operatória ou cárie secundária.

Conclui-se que ambas as resinas apresentaram desempenho clínico semelhante após 36 meses.




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